[...] Ao sabor das injunções políticas, Rio Preto tem atravessado fases diversas de sua vida administrativa. Os Conservadores conseguiriam a elevação da localidade à Paróquia pela Resolução de 14 de Julho de 1832; a Vila pela Lei Provincial número 271, de 15 de Abril de 1844.
Com sua derrota, foi a
Vila suprimida pela Lei número 665, de 27 de Abril[1]
de 1854.
Novamente restaurada pela Lei número
835, de 11 de Julho de 1857, com a reconquista das posições perdidas pelos
Conservadores.
-Os Conservadores conseguiriam a elevação da localidade à Paróquia pela
Resolução de 14 de Julho de 1832;
- à Vila, pela Lei Provincial número 271, de 15 de Abril de 1844.
- Com sua
derrota, foi a Vila suprimida pela Lei número 665, de 27 de Abril[2]
de 1854. Novamente restaurada pela Lei número 835, de 11 de Julho de 1857, com
a reconquista das posições perdidas pelos Conservadores.
Esses conhecendo que sua queda eminente avizinhava-se procuravam
suprimir a Vila. Os Liberais, sem forças, pois tinham um raio de ação muito
restrito, não conseguiram a sua instalação, constituindo-se assim, uma primazia
dos Conservadores, que, com sua ascensão, aos altos postos do Governo Imperial,
procuravam a instalação da Vila.
Assim, na móvel Vila de
Rio Preto, que conta com poucos anos de vida autônoma, em diversas fases,
ecoam, agora, com mais vigor, as trompas liberais e conservadoras, empolgando a
massa, dividindo-a, atirando-a em embates, constituindo assim, uma centelha do
prélio admirável que entusiasma as esferas políticas do Império.
Os Conservadores que,
nessa ocasião, desfrutavam as prerrogativas de um Ministério, são aqui representados
pelos Fortes. E, os Liberais por Manoel Pereira da Silva Júnior[3],
português de origem que, como muitos de seus patrícios, rompe com os Fortes,
família numerosa, composta com portadores de títulos fidalgais, para fundarem
em Rio Preto, dentro de outros moldes, o partido Liberal.
E, o partido de Pereira
surge vigoroso, ameaçando destruir o prestígio formidável dos Fortes.
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